Bem, qualquer pessoa que lê jornais físicos ou online já deve saber que houve um tremor de terra no Brasil, há algumas horas, que pôde ser sentido em SP, RJ, PR e SC. Ou pelo menos, em cidades ou regiões destes estados. Eu, por exemplo, estava na Gávea por volta das 21h, quando foi relatado o ocorrido e não senti nadinha. Mas, enfim, teve gente que sentiu e a verdade é que foi o mais próximo de um terremoto que o Brasil já chegou. Durou cerca de cinco segundos e atingiu 5,2 na famosa escala Richter (que já faz algum tempo, aprendi que não é Ritcher... E eu sei que não tem nada a ver, mas agora estou com 'Menina Veneno' na cabeça, hehe. Não reparem, lapsos de loucura...).
Aaaaanyway, não é para comentar o semi-terremoto em si que estou aqui, mas sim outros lapsos estranhos. Todos combinados em um: a reportagem que a Rede Globo produziu sobre o fenômeno. Gente, o que foi aquilo? Começa William Waack a contar a notícia e Christiane Pelajo continua. Até aí nada demais, é a Central Globo de Jornalismo de sempre. Até que a âncora chama uma repórter do RJ para dar detalhes. Começa uma diversão cruel. Eu sei, poderia ser eu! Na verdade não eu, nunca quis nem pretendo fazer TV, meu negócio sempre foram os impressos. No máximo, eu poderia ter escrito o texto que ela errou sem parar. Mas poderia ser alguma amiga. E na verdade, ela não deixa de ser uma colega de profissão, mesmo desconhecida. Mesmo assim, não consigo não contar quantas vezes ela erra. Desde a demora na entrada (totalmente perdoável) até o ponto em que dá vontade de virar diretor de novela. Corta!
Aaaaanyway, não é para comentar o semi-terremoto em si que estou aqui, mas sim outros lapsos estranhos. Todos combinados em um: a reportagem que a Rede Globo produziu sobre o fenômeno. Gente, o que foi aquilo? Começa William Waack a contar a notícia e Christiane Pelajo continua. Até aí nada demais, é a Central Globo de Jornalismo de sempre. Até que a âncora chama uma repórter do RJ para dar detalhes. Começa uma diversão cruel. Eu sei, poderia ser eu! Na verdade não eu, nunca quis nem pretendo fazer TV, meu negócio sempre foram os impressos. No máximo, eu poderia ter escrito o texto que ela errou sem parar. Mas poderia ser alguma amiga. E na verdade, ela não deixa de ser uma colega de profissão, mesmo desconhecida. Mesmo assim, não consigo não contar quantas vezes ela erra. Desde a demora na entrada (totalmente perdoável) até o ponto em que dá vontade de virar diretor de novela. Corta!
Coitada da moça. Não acho que era sua estréia, na verdade, lembro-me de tê-la visto antes. Pode até ser veterana, sei lá. Mas ficou muito nervosa com o tremor de terra! Talvez tenha sentido alguma coisa...
"Ah, mas foi só isso?" Não, antes fosse. A jornalista chama SP e outra repórter entra em cena. Ela sim parece cruel, já que entra no ar sorrindo como se estivesse cobrindo uma Expo Noivas e Gestantes, ou ainda uma Feira de Filhotes. Vejam bem, não está gargalhando, mas o sorriso é bem perceptível. Logo depois some. Ufa, coerência. Será? O semblante estranho dá lugar a uma locutora de jogo de futebol. Ninguém ensinou a esta pessoa que jornalismo televisivo não é rádio? Ela fala rápido, muito mais do que o normal e articula a boca demasiadamente. Emenda frases sem respirar. Tenta diminuir o ritmo em um momento, sem muito sucesso.
A próxima parte da reportagem, narrada com imagens e depoimentos de moradores de SP foi Padrão Globo de Qualidade. Mapinhas de infográficos e explicações detalhadas. Tudo ótimo e o principal, um jornalista no ponto. Nada a declarar. Se a produção fosse encerrada ali, o final salvaria o meio atabalhoado. But there was more to come...
William Waack chama um repórter direto do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília. Desta vez, a culpa não foi do jornalista. Ele entrevista o chefe do observatório. Por que mesmo eles foram a Brasília cobrir isto, hein? Não tinha nenhum outro profissional mais apto a falar ao vivo não? Desculpem a ignorância, sequer sei se existem outros centros como o de Brasília, mas devem existir, certo? Em SP ou no Rio? No Sul, talvez, para que ninguém me acuse de achar que só no Sudeste há tecnologia...
Enfim, também não quero ser taxada de preconceituosa. Meus comentários NÃO são referentes ao sotaque do referido senhor, que fique claro! Mas será que alguém conseguiu entender tudo o que ele disse? Se entendeu, pegou alguns erros de português bem desagradáveis no discurso. Será que é pedir muito que o chefe do observatório sismológico supostamente mais importante do Brasil saiba se expressar um pouco melhor?
O tormento acaba quando finalmente o repórter chama de volta William Waack. A exibição original foi para o Jornal da Globo, mas a internet está aí para (semi) imortalizar as coisas e é claro que o vídeo rapidinho foi parar na Globo.com, onde o assisti.
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