11.5.08

Mais uma para o dia das Mães!!

Gente, quando a minha hora finalmente chegar e eu estiver esperando meu primeiro filhinho, quero ficar igualzinha a Jéssica Alba!

She is soooo cute right now! A grávida mais linda e fofa de todos os tempos!

Assistam a este vídeo e tirem suas próprias conclusões. Só para situar: o marido da Jéssica, Cash Warren, possui um site de desafios (legalzinho por sinal, se você estiver de bobeira na net). Uma pessoa propõe um desafio e outras tentam vencê-lo. E a Jéssica decidiu competir no quesito “mais tempo sem piscar”. Então ela anuncia que vai ganhar de várias pessoas, etc etc.

Ela está sem maquiagem, com os cabelos presos e linda!

Muito quero ficar assim grávida!

Este é mais um exemplo de como a maternidade pode fazer bem. Não que ela não fosse linda antes, mas nem se compara!

Vejam:


Homenagem a todas as mães!

Pode parecer clichê fazer um post assim. Mas não me importo!
Mãe casada, mãe solteira, mãe menina, mãe mais velha, mãe esportiva, mãe perua, mãe básica, mãe de um, dois, três ou dez. MÃE, HOJE É O SEU DIA!

Para homenagear todas as mães do mundo, separei este texto da Martha Medeiros, que você lê em seguida. Parabéns, Mãe, hoje e sempre!!

Um beijo.


O MUNDO NÃO É MATERNAL...
(por Martha Medeiros)
"É bom ter mãe quando se é criança, e também é bom quando se é adulto. Quando se é adolescente pensa que viveria melhor sem ela, mas é erro de cálculo. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco.

O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se virarmos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso. O mundo quer que a gente fique horas no telefone, torrando dinheiro. Quer que a gente case logo e compre um apartamento que vai nos deixar endividado por 20 anos. O mundo quer que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência, e estoure o cartão de crédito.

Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, com os nossos dentes e nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna:

não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba.

O mundo nos olha superficialmente. Não consegue enxergar através. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento.

O mundo quer que sejamos lindos, sarados e vitoriosos, para enfeitar ele próprio, como se fôssemos objetos de decoração do planeta.

O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa.

O mundo quer nosso voto mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não pára para nos ouvir.

O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego.

Para o mundo, quem menos corre, voa. Quem não se comunica se trumbica. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. O mundo não quer saber de indivíduos, e sim de slogans e estatísticas...

Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta: exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática, chega a ser até corruptível se oferecermos em troca alguma atenção.

Mãe sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto que o mundo propriamente dito exige eficiência máxima, seleciona os mais bem dotados e cobra caro pelo seu tempo.

Mãe é de graça!!!"

7.5.08

Meu amante virtual

Sei que já tem um tempinho que não posto nada, mas é que... Não resisti. A onda dos bazares virtuais conquistou mais uma adepta. Admito: estou traindo meu Blog. Com outro Blog!

Fiquei sabendo dos brechós online através de uma amiga. Ela comentou comigo e depois mandou uma matéria sobre o tema. Adorei a iniciativa das meninas que revendem pela internet suas peças com pouco tempo de uso e me viciei. Comecei a entrar toda hora nos bazares e descobrir cada vez mais endereços novos. Até que, me rendi e criei o meu. Agora passo todo o meu tempo vago (que, graças a Deus, não tem sido muito) tirando fotos de saias, blusas e até perfumes que quase não usei para postar em meu Blog-amante. E quando não estou tirando fotos ou escrevendo os posts, estou pensando em potenciais vendas. Uma loucura!

Não é tanto pelo dinheiro, já que as peças são revendidas por um valor muito abaixo do de mercado. Envergonhada, devo admitir que o que mais me atraiu na iniciativa foi a possibilidade de abrir espaço em meu armário para novas coisas. Ah, sem falar que vai ser ótimo não ouvir minha mãe reclamando que é um absurdo eu comprar blusas com a quantidade que já tenho. Pois é, mãe, agora não tenho mais... (sorrisinho malicioso).

O que me conforta é que este é também o pensamento das outras blogueiras, que compram sem parar e, como eu, precisam de espaço. E, como eu, devem ter mães, pais ou namorados enchendo o saco com a abundância de calças jeans ou sandálias pretas.

Eu juro que este post não era para fazer comercial. Estava começando a me sentir culpada ao entrar no painel do Blogger e ver o Presença ali, abandonado. Então vim me confessar e expiar minha culpa. Mas já que estou aqui... Não custa divulgar, né? ;)

Bazar sem grife
http://bazarsemgrife.blogspot.com/

Beijocas

23.4.08

Show de amadorismo!

Bem, qualquer pessoa que lê jornais físicos ou online já deve saber que houve um tremor de terra no Brasil, há algumas horas, que pôde ser sentido em SP, RJ, PR e SC. Ou pelo menos, em cidades ou regiões destes estados. Eu, por exemplo, estava na Gávea por volta das 21h, quando foi relatado o ocorrido e não senti nadinha. Mas, enfim, teve gente que sentiu e a verdade é que foi o mais próximo de um terremoto que o Brasil já chegou. Durou cerca de cinco segundos e atingiu 5,2 na famosa escala Richter (que já faz algum tempo, aprendi que não é Ritcher... E eu sei que não tem nada a ver, mas agora estou com 'Menina Veneno' na cabeça, hehe. Não reparem, lapsos de loucura...).

Aaaaanyway, não é para comentar o semi-terremoto em si que estou aqui, mas sim outros lapsos estranhos. Todos combinados em um: a reportagem que a Rede Globo produziu sobre o fenômeno. Gente, o que foi aquilo? Começa William Waack a contar a notícia e Christiane Pelajo continua. Até aí nada demais, é a Central Globo de Jornalismo de sempre. Até que a âncora chama uma repórter do RJ para dar detalhes. Começa uma diversão cruel. Eu sei, poderia ser eu! Na verdade não eu, nunca quis nem pretendo fazer TV, meu negócio sempre foram os impressos. No máximo, eu poderia ter escrito o texto que ela errou sem parar. Mas poderia ser alguma amiga. E na verdade, ela não deixa de ser uma colega de profissão, mesmo desconhecida. Mesmo assim, não consigo não contar quantas vezes ela erra. Desde a demora na entrada (totalmente perdoável) até o ponto em que dá vontade de virar diretor de novela. Corta!

Coitada da moça. Não acho que era sua estréia, na verdade, lembro-me de tê-la visto antes. Pode até ser veterana, sei lá. Mas ficou muito nervosa com o tremor de terra! Talvez tenha sentido alguma coisa...

"Ah, mas foi só isso?" Não, antes fosse. A jornalista chama SP e outra repórter entra em cena. Ela sim parece cruel, já que entra no ar sorrindo como se estivesse cobrindo uma Expo Noivas e Gestantes, ou ainda uma Feira de Filhotes. Vejam bem, não está gargalhando, mas o sorriso é bem perceptível. Logo depois some. Ufa, coerência. Será? O semblante estranho dá lugar a uma locutora de jogo de futebol. Ninguém ensinou a esta pessoa que jornalismo televisivo não é rádio? Ela fala rápido, muito mais do que o normal e articula a boca demasiadamente. Emenda frases sem respirar. Tenta diminuir o ritmo em um momento, sem muito sucesso.

A próxima parte da reportagem, narrada com imagens e depoimentos de moradores de SP foi Padrão Globo de Qualidade. Mapinhas de infográficos e explicações detalhadas. Tudo ótimo e o principal, um jornalista no ponto. Nada a declarar. Se a produção fosse encerrada ali, o final salvaria o meio atabalhoado. But there was more to come...

William Waack chama um repórter direto do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília. Desta vez, a culpa não foi do jornalista. Ele entrevista o chefe do observatório. Por que mesmo eles foram a Brasília cobrir isto, hein? Não tinha nenhum outro profissional mais apto a falar ao vivo não? Desculpem a ignorância, sequer sei se existem outros centros como o de Brasília, mas devem existir, certo? Em SP ou no Rio? No Sul, talvez, para que ninguém me acuse de achar que só no Sudeste há tecnologia...

Enfim, também não quero ser taxada de preconceituosa. Meus comentários NÃO são referentes ao sotaque do referido senhor, que fique claro! Mas será que alguém conseguiu entender tudo o que ele disse? Se entendeu, pegou alguns erros de português bem desagradáveis no discurso. Será que é pedir muito que o chefe do observatório sismológico supostamente mais importante do Brasil saiba se expressar um pouco melhor?

O tormento acaba quando finalmente o repórter chama de volta William Waack. A exibição original foi para o Jornal da Globo, mas a internet está aí para (semi) imortalizar as coisas e é claro que o vídeo rapidinho foi parar na Globo.com, onde o assisti.

Para compartilhar desta magnífica experiência jornalística basta clicar no título.

15.4.08

A arte de valorizar o que é nosso

Em tempos de celebridades instantâneas e procriação de BBBs é importante parar por um minuto que seja e celebrar o que a gente possui. O que é nosso e ninguém tira. Pode ser uma situação que esteja ocorrendo, um relacionamento, uma alegria. Ou pode ser tudo isso junto, quando a pessoa é iluminada o suficiente para ter orgulho de tudo que é e possui (não falo só de bens materiais, é claro!), e nem sequer pensar trocar de vida com outro alguém.

Há um tempo recebi este texto, e gostei tanto que quis guardá-lo. Como ando sem tempo e assunto, achei que faria um post interessante. Espero que gostem.

Até!


A MASSACRANTE FELICIDADE DOS OUTROS
(por Martha Medeiros)

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.

De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antonio Cícero, uma música que dizia: "Eu espero/ acontecimentos/ só que quando anoitece/ é festa no outro apartamento". Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são - ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados. Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores.

"Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo". Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades - reais e inventadas - fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem.

Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. AS MELHORES FESTAS ACONTECEM DENTRO DO NOSSO PRÓPRIO APARTAMENTO.

28.3.08

O Português e a Mídia

Não, não é piada de português... Hoje recebi um email falando sobre uma reforma ortográfica que será realizada na língua portuguesa. Foi a primeira vez que li algo sobre o assunto. Lembro-me da época em que havia história e estória. Até hoje tenho a impressão de que a segunda foi abolida por muitas pessoas não saberem empregá-la. Outra questão que há muito se discute é a da manutenção do trema. Pois é, ele já era. Assim como acentos e hífens em algumas situações. Parece que o Brasil terá apenas poucas mudanças em sua gramática e Portugal será o país mais afetado. A intenção é unificar o idioma. Mesmo assim, vai ser estranho não usar acento em idéia e crêem, dois exemplos que me vêm à cabeça agora.

Enfim, este post não é para abordar a reforma em si (mesmo assim, você pode conferir abaixo as mudanças), mas para comentar uma coisa interessante: por que será que não havia saído NADA sobre isso até agora?? Vejam bem, essas modificações não estão sendo preparadas, para entrar em vigor daqui a sei lá quantos anos. Elas serão adotadas oficialmente dia 1° de janeiro de 2009 e devem começar a ser utilizadas não-oficialmente antes disso. É muito estranho ninguém ter publicado nada, quer dizer, pelo menos eu não tinha lido sobre a proposta até esta manhã, assim como a maioria das pessoas com quem falei sobre o assunto. Conversando com um amigo que, de fato tinha conhecimento da reforma (talvez por ser estudante de Letras...), ele comentou sobre a falta de iniciativa da mídia em divulgar informações educacionais ao povão. É, pode ser. Mas penso que é algo muito pior. Na minha opinião, os meios de comunicação não se deram ao trabalho de elaborar matérias sobre tal tema pelo simples fato de pensar que não seriam procuradas. "Não vende".

Para ter uma idéia do que estou falando, é só conferir as matérias mais lidas de sites como Globo.com, Terra, UOL, etc. Na maioria das vezes são bobagens sobre celebridades e/ou futebol (não que este seja bobagem, mas é entretenimento, de certa forma). Aliás, fiquei tão satisfeita hoje quando liguei meu pc e pela primeira vez em três meses a primeira notícia (aquela chamada enorme, de destaque) da Globo.com NÃO era sobre BBB. Faz até a gente pensar que vive num mundo livre desta praga miserável. No entanto, infelizmente sou obrigada a me conformar com o fato de que a praga, ah, essa sim, vende. E vende muito.

Mas como começou a vender? Este é o problema. Os meios de comunicação têm grande parte da culpa no processo de idiotização das pessoas. Porque são eles que dão destaque para as matérias inúteis. Algum dia, algum editor decidiu que BBB tomaria o lugar de uma notícia sobre saúde, política, educação, ou semelhante. E o Big Brother não é a única ruína do mundo, antes dele vieram outros realitys e antes disso, bem, antes disso a internet ainda nem era tão popular assim, certo? Ao menos no Brasil. Mas a questão é que em um dado momento futilidades passaram a ser empurradas, aos poucos, para que as pessoas fossem se acostumando e hoje são notícias principais. E a Mulher Melancia vira capa da revista de domingo! Créééééuuuu! Na gente, né? Nas pessoas que esperam um pouco mais de seu jornal e da informação que recebem também através da internet.

A propósito, o email deve ter se espalhado e chegado às redações, já que vi agora, há uns cinco minutos, no cantinho da página da Globo.com (obviamente sem metade da importância devida), uma chamadinha sobre a reforma gramatical. Eles devem ter se convencido que, com o email correndo por aí, não dar a informação ia pegar mal...

Agora vamos às mudanças:

-O alfabeto passa a ter 26 letras, incluindo K, W e Y;
-O trema será extinto, existindo apenas em nomes próprios, como Müller;
-Acento agudo não será mais usado:
1) Em ditongos abertos, como eu comentei acima em idéia ou jibóia;
2) Em 'U' tônico, depois de 'Q' e 'G', como apazigúe (este até que ficou melhor...);
3) Em paroxítonas com 'I' e 'U' tônicos precedidos de ditongos. Ex: feiúra, viúva;
-O circunflexo desaparece em palavras com dois 'O' ou 'E', como em crêem ou vôo;
-Palavras que levavam acento de diferenciação, como pára/para ou pêlo/pelo perderão o mesmo (que bagunça vai ser, hein?);
-O Hífen será retirado de palavras:
1) Cuja segunda parte começar com 'S' ou 'R': anti-semita e contra-regra viram antissemita e contrarregra (feio, não?). A exceção será quando a primeira parte da expressão terminar com 'R', como em hiper-realista;
2) Cuja primeira parte terminar em vogal e a segunda começar com vogal diferente. Ex: auto-escola fica autoescola.

BTW, para quem ficou em dúvida, história, com h era usada para falar de história do Brasil, fatos oficiais, contados em livros, enfim, objetos de estudo. Já estória era utilizada para contar algo pessoal, casual. Lembrou?

Sem link, hoje já tá tudo aqui mastigadinho ;)

23.3.08

Domingo de Páscoa

Domingo de Páscoa, dia de almoçar com a família e comer chocolate até não agüentar mais. Mas não é só isso. Ao menos, não deveria ser. Qual é o verdadeiro significado da Páscoa?

Bem, todos os católicos sabem (ou pelo menos têm uma idéia) que a Sexta-feira da Paixão representa o dia da morte de Jesus Cristo e que o Domingo de Páscoa é quando ocorre sua ressurreição. Mas vocês sabiam que todos os feriados religiosos móveis, como Carnaval e Corpus Christi são definidos através desse domingo? É verdade. Para quem nunca soube dizer por que estas três datas sempre ocorrem em diferentes dias e até em meses, aí vai a explicação:

De acordo com o calendário hebraico, adaptado para os nossos dias, o Domingo de Páscoa deve vir logo após a primeira lua cheia a partir de 21 de março. Deste modo, a terça-feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa e o Corpo de Cristo é celebrado 60 dias depois dela.

Viu? Agora já dá para calcular essas datas do ano que vem. Tá, alguns podem considerar essas informações inúteis, mas eu sempre me perguntei como o calendário era definido e por que havia tantas variações.

E o coelhinho? De onde ele surgiu?

Pelo fato de se reproduzir várias vezes durante a vida, e, normalmente, gerando muitos filhotes, este animal representa a renovação, uma nova vida. Assim, ele é associado à ressurreição de Cristo. Porém, não é apenas este o significado do orelhudo para esta data. Alguns povos da Antigüidade associavam o coelho à Lua. Desta forma, pode ser que o fato de Lua determinar a Páscoa tenha transformado o simpático animalzinho em símbolo da data.

Agora, sobre o chocolate, terei que pesquisar mais um pouco, mas quando descobrir eu conto.

Enquanto isso, aproveitem a família, o descanso e os deliciosos ovinhos.

Boa Páscoa!

21.3.08

Sobre a dengue

Em tempos de dengue assombrosa e desembestada, governantes abobalhados e população tentando fazer o que pode para se proteger, achei fantástico o depoimento emocionado - mas ao mesmo tempo, muito racional - do jornalista Nelito Fernandes, da revista Época, sobre o falecimento de seu próprio pai. Do texto, que reproduzo na íntegra abaixo, o mais importante é a conscientização. A verdade é que discutimos (e eu me incluo neste plural) a dengue com certa distância, frieza. É como se fossem apenas números e não pessoas descritas naquelas mortes.

A situação é triste, é real e não pode continuar assim.

Segue o texto abaixo:

A culpa é mesmo nossa
Nelito Fernandes

Meu pai morreu de dengue. Ele tinha 66 anos, conseguiu a proeza de chegar vivo até a aposentadoria, mesmo sendo policial civil no Rio de Janeiro. Meu pai começou a trabalhar com 9 anos de idade e já sobrevivera a dois aneurismas cerebrais e a quatro tiros. Apesar da vida castigada, era um homem forte, de ombros largos. Morreu no início do mês por causa de um mosquito que mede 5 milímetros. Além de debater quem é responsável pelo combate ao Aedes, as autoridades discutem se há ou não uma epidemia, mesmo depois de 47 mortes e 32 mil casos da doença.

A cada hora, mais 50 pessoas são infectadas. Foram 1.233 casos novos apenas na última quinta-feira. Para quem espera pela vez de ser atendido na emergência de um hospital público, não resta dúvida: é uma epidemia. No cemitério de Irajá, onde meu pai foi enterrado no dia 4, um cartaz reproduz uma portaria da Secretaria Municipal de Saúde informando que determinadas flores são proibidas nas sepulturas por causa da alta incidência de dengue. A determinação é de 1998. Dez anos depois, o mosquito continua aí. É coisa nossa, está incorporado à paisagem. Todo verão ele chega, faz seu estrago. Até que a gente esqueça – e no ano que vem está aí de novo. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, já disse que a culpa é da população, que não toma os cuidados necessários. No país, o número de casos registrados caiu 40% neste ano. No Rio, houve aumento de 117%.

Se o raciocínio do ministro estiver certo, o povo no Rio de Janeiro deve ser pior que no resto do país. Se estiver errado, talvez nossas autoridades sejam mais incompetentes que as dos outros. Durante a semana, elas se esforçaram para nos dar uma pista do que está acontecendo. O prefeito Cesar Maia disse que o pior já passou e que, nos hospitais do Estado, morrem mais pessoas porque os profissionais de saúde são despreparados. O governador Sérgio Cabral não pôde dar sua contribuição ao debate porque, no auge da crise, visitava a Coréia. Temporão montou um “gabinete” para combater a doença.

A dengue foi descoberta no fim do século XVIII na Ilha de Java, na Ásia. Estava erradicada no Brasil desde 1957. Em 2002, voltou com força e matou 91 pessoas no Rio. Para se reproduzir, o mosquito precisa de água parada – e autoridades idem. Quase metade das vítimas são crianças e adolescentes até 15 anos. Agora, me preocupo com minha filha e com meus enteados, todos pequenos. Já passamos a usar repelentes durante todo o dia. Confesso que, até a morte de meu pai, eu acompanhava o noticiário da dengue sem grande interesse. Morreu mais um hoje, amanhã morre outro. Ver a certidão de óbito dele, que tem exatamente o mesmo nome incomum que eu, foi como ler minha certidão. Sim, poderia ser eu. Poderia ser você. Até que aconteça com um dos nossos, pensamos pouco nisso, um antídoto para não vivermos com medo.

A gente vai se acostumando, perde a capacidade de se indignar. Também não me indignei quando minha família foi informada que era melhor ir embora da capela às 22 horas e deixar o corpo lá sozinho, porque os assaltos são comuns no cemitério e “temos de tomar cuidado é com os vivos”. Foi o que fizemos. Se fôssemos assaltados, certamente apareceria alguma autoridade para dizer o seguinte: “A culpa é de vocês, todo mundo sabe que ali é perigoso”. No fundo, eles têm razão. A culpa é mesmo nossa. Nós os pusemos lá.

17.3.08

Os livros que não li

Outro dia, lendo um encarte com os livros mais vendidos em uma livraria, vi um título que me chamou a atenção: "Como falar dos livros que não lemos". Juro que, inicialmente, quase comprei um exemplar. Imaginei que deveria conter resumos de obras clássicas e contemporâneas, que eu certamente gostaria de ler, ou pelo menos, saber do que se tratam além da obviedade do título. Por sinal, é bem fácil escorregar em uma conversa sobre volumes literários baseando-se apenas em sua denominação, já que muitas vezes ela é totalmente subjetiva e o conteúdo não poderia ser mais distante de sua aparência.

Assim, folheando o dito cujo, já me encaminhava para o caixa, pensando ter somente a ganhar com a compra. Foi quando parei em frente a "Reparação", de Ian McEwan, que há muito penso em ler e parece ser o tipo de romance que me agradaria. Neste momento, foi como se um raio me atingisse. Aquilo não fazia nenhum sentido! Comprar um livro para me ensinar a falar sobre outros rapidamente tornou-se uma incoerência absurda. E as razões se enumeraram para me convencer na mesma velocidade em que alcancei a prateleira de onde havia tirado o engodo:

1° Vou gastar dinheiro desnecessariamente. Provavelmente o que gastaria em um livro de verdade (bem, não que esse seja de mentira, mas, bem, vocês entenderam o que quero dizer...);

2° Vou ler apenas pequenas resenhas, se tanto. Pode ser ótimo para quem despreza a leitura e pretende impressionar outrem, mas no meu caso, apenas me roubaria o prazer de conhecer algo novo: um mundo, um personagem, uma teoria, um conselho...;

3° E principal, vou perder tempo lendo! O precioso tempo que poderia empregar na leitura de uma obra real e poder falar sobre ela o quanto eu quiser, nos mais íntimos detalhes. Falar bem, falar mal, criticar os personagens ou até permitir que se torne meu mais novo livro de cabeceira, aquele do qual citamos diálogos de cor e que nos cativa todos os dias.

Longe de mim querer tirar o crédito da edição que acabei não comprando. Tenho certeza que traz dicas muito interessantes e talvez seja até divertida. Mas sair da livraria na companhia de Ian McEwan me fez sorrir e ter a certeza de que tomara a decisão certa. Agora mesmo "Reparação" me aguarda. Com todos os seus pormenores.

10.3.08

Direto do Globo.com



"Há três meses desempregada, uma mulher tomou uma atitude desesperada para tentar conseguir emprego. Marizélia Santos Marinho, de 32 anos, pendurou uma placa no pescoço com um a frase: "SOS - procura-se emprego" e foi para as ruas de Salvador. Ela carrega uma pasta com currículos para distribuir aos interessados. O último emprego dela foi como balconista de uma peixaria, Até agora, a mulher recebeu dois contatos, mas não conseguiu os empregos (Foto: Eduardo Martins/Agência A Tarde/AE)"

Gentem, acho que vou fazer isso também!!!

Será que dá certo??

Ah, mas brincadeiras a parte, super louvável da parte dela. Na hora do desespero, valem até métodos, digamos, mais alternativos. E criatividade ela provou que tem de sobra.

Boa sorte!

3.3.08

How cute is that?!?

Estou em manutenção... Eu mesma, não o blog!

Então, enquanto isso, dêem uma olhada nessa matéria exibida hoje no Fantástico.
Soooo sweet! Quero um para mim!




Link no título, as usual.

:)

23.2.08

Precisa de título?



Aliás, precisa de texto??? Acho que a foto diz tudo...

6.2.08

So long, farewell, auf wiedersehen, goodbye

Então, ao contrário do que eu esperava, infelizmente Carnival sucked! Seriously! Tanto que nem quis esperar a quarta-feira, muito menos a quinta, para encerrar logo este feriado horroroso.

Tudo deu errado: a chuva atrapalhou, fiquei abandonada à própria sorte, yadda yadda yadda and so on... Fui ao Saara, comprei várias bugingangas bonitinhas para usar, perucas, colares, frufrus, e de nada adiantou. Até tinha feito uma listinha com todos os blocos que eu queria ir. Nem vou comentar sobre a porcentagem de sucesso obtida (triste...).

Anyway, depois deste descanso nada aproveitado, preciso de um descanso de espírito. Entãããão, aguardem notícias de João Pessoa, que espero, me renderão posts bem melhores do que este.

Só para ficar registrado, adorei o samba do Salgueiro, desde que o ouvi nas passagens da bateria pelos bares e boites da vida. Achei que retratou muito bem o clima do carioca. Também curti a descontração do desfile (é, eu estava em casa para assistir). Infelizmente, acho que a escola não tem chances de ser campeã, já que não levou para a passarela uma apresentação luxuosa como a da Portela (muito bonita, por sinal) ou impecável como a da Unidos da Tijuca e suas coleções. Mesmo assim, este ano, sou salgueirense de coração.

Já a Viradouro... que desfile lastimável, hein? Mas isso vai ficar para a próxima, estou realmente cansada. Pena que não é de tanto pular... Quem sabe antes de João Pessoa eu não me inspiro para malhar um pouquinho o Paulo Barros e suas idéias mirabolantes?

Até!

27.1.08

Harmonia, Energia, Simpatia e Alegria!!

Blog abandonado, que tristeza!

Muito trabalho, graças a Deus, e não tenho tido muito tempo para escrever aqui. Também não tem nada especial acontecendo que mereça destaque.

Masssss, já que estou aqui, vou comentar pelo menos da noite fodástica, emamente falando, que tive ontem. Show do Jorge Ben Jor na Fundição Progresso. Abertura do Bangalafumenga e encerramento com a Bateria do Salgueiro. Não tinha como dar errado, né? E não deu! Não conhecia o Banga (viu, já fiquei íntima!), mas ADOREI. Eles são simpáticos e tocam de tudo, sambinha, forró, popzinho nacional e até ciranda. Uns fofos! Pretendo mesmo ir ao desfile de rua deles. Foi uma agradável surpresa.

Bem, Jorge... é Jorge, né? Eu me amarro nele. Acho incrível a disposição que o cara tem para encarar prá lá de duas horas de show. Podem falar o que quiserem: que as letras não fazem sentido, que ele não canta nada, que tá sempre chapado, o que for. Sou fã e admito. Mesmo das letras sem sentido. Mesmo que um plâncton não seja exatamente uma alga. Ou que tomar um guaraná e um suco de caju com goiabada de sobremesa seja mesmo larica. E vou a quantos shows dele puder. Eu SEMPRE me divirto! Ele é super carismático e a banda é excelente, os caras tocam muito.

Já a bateria do Salgueiro foi uma verdadeira enganação, fraquinha, fraquinha! Tudo bem, sabia que sábado era dia de ensaio na quadra. Também sabia que não eram os oficiais da batera que estariam presentes. Mesmo assim, numa terça-feira dessas em que fui ao happy hour da Nuth, os não-oficiais tocaram e foi dez. Pensei que seria o mesmo grupo. Mas não, meia dúzia de percussionistas no palco, duas passistas barrigudas (juro que é verdade. As pernas das mulheres eram de dar inveja, mas as barrigas, tão salientes que já dava para chamar de pança, rsrs), e um sambinha para enganar bêbado que não durou mais do que 20 minutos. Mas tudo bem, já eram 4h30, estava exausta de tanto pular, e ainda queria fazer o lanchinho da madrugada antes do sono mais do que merecido.

It was an awesome night, after all...

É, até que eu tinha o que comentar.

15.1.08

Hoje fez um dia lindo!

Lovely breeze, árvores e folhas balançando. O sol brilhava, mas não muito quente. Parecia um dia de outono... Com obras no alto da boa vista, o trânsito estava horroroso, mas nem me importei. Por entre as árvores, via-se um lindo céu azul e os raios de sol. De repente, começou a chover. MUITO. Dentro do ônibus, pessoas fechavam as janelas freneticamente. Choveu por aproximadamente cinco minutos e então, parou. Assim, do nada! Apesar de algumas nuvens cinzas, indicando que mais água vem por aí, o céu rapidamente se abriu de novo. Na altura do Barra Shopping, olhei para trás and then I saw the most beautiful rainbow, surgindo por trás dos prédios. Os minutos que andei até minha casa foram imperceptíveis. Foi mesmo um desses dias em que você pensa que tudo isso que nos envolve não pode existir por acaso. Eu amo morar nesta cidade, especialmente porque num dia qualquer, sem ocorrências especiais, você pode olhar em volta e perceber, mais uma vez, como ela é linda. Como se fosse um turista, observando-a pela primeira vez. E nem ao chegar em casa e notar mais nuvens carregadas eu consegui parar de sorrir. If It wasn't for the rain, my garden would never have such pretty flowers. And believe me when I say, they are amazing.

10.1.08

Bem feito!!!!!


Retirado do portal Globo.com

Reproduzo aqui a legenda:

"O toureiro César Rincón levou um susto na última quarta-feira, durante a Feira de Touros de Manizales, na Colômbia. No meio de sua apresentação, ele foi atacado pelo touro e chocou os espectadores ao ser jogado para longe. No entanto, não passou disso, já que César não sofreu ferimentos, apesar da gravidade do acidente."

Não tô aqui para desejar morte nem acidentes para ninguém. Mas, sinceramente, acho tourada o fim! Torço mesmo para o touro! É uma crueldade absurda...

E antes que alguém fale, hábito cultural é o c@#$%&!!!

9.1.08

Ahhh, droga! Agora fiquei com vontade de ouvir "Can't Touch This"!!!!
Vocês não??

Não importa, vou colocar o link de qualquer maneira e vão se sentir compelidos a abrir! Nem vou colocar no título, vai ser aqui mesmo, sem chances de ignorá-lo.

http://youtube.com/watch?v=b9nptjUs9FM&feature=related


Stop... Hammer time!

MC Hammer é REI!!!!

É sério, gente, cresci ouvindo isso!

Tá, eu não tô louca! Sério que só eu acho divertido???

:(

AIMEUDEUSDOCÉU!!!



A mais nova de Amy Winehouse...
People without notion deveria ser a legenda da foto, rsrsrs

Loiraça belzebu! Nem sei o que dizer sobre isso. Quem a conhece sabe que comentários são absolutamente desnecessários. A única coisa em que consigo pensar é...

...She is a Superfreak! Superfreak!

É óbeveo que vocês conhecem essa música, né? Super sucesso dos anos 80? Nããããoooo??

Clique no título e tenha a experiência única de assistir ao vídeo. Quer dizer, única se você conseguir assistir só uma vez. I couldn't... Sério, esse vídeo é tão bizarro que merecia um post só para ele...

Ahhh, observação, apesar de o início aparentar, não é Can’t Touch This! É que os caras não tinham muita criatividade nos anos 80 e sampleavam tudo. Nem me pergunte qual veio primeiro...

5.1.08

Big Boçal Brasil

GEEEEEENNNNNTEEEENNN!!!

O que é essa nova casa do BBB??? Nossa senhora, aquilo é tosco demais!!

Me deparei com o vídeo da Ana Maria Braga visitando a casa e reconheço que a curiosidade tomou conta do meu ser. Mas não me arrependi, de jeito nenhum: é im-per-dí-vel!!!

Primeiro que a Ana Maria is the worst actress since sliced bread (quote Joey, não resisti). Sério, gente ela é muito falsa. Chega a ser ridícula. Ela estava acompanhada de uma atrizinha que realmente não sei quem é, mas deve ter sido BBB, pq em algum momento ela disse "voltar à casa". Anyways...

Mas também, coitada, pegou uma missão desgraçada, de fazer aquele lugar escabroso paracer interessante. O primeiro quarto é magenta. TODO! Paredes, chão e móveis. Mas não é só isso. Há flores enormes desenhadas nas paredes. Qualquer ser humano normal ia ficar cansado daquele ambiente em um minuto e meio. Imagina acordar naquele cômodo TODOS OS DIAS??
Tenho pena das meninas... Ah, pena nada, que tenham descolamento de retina! Se inscreveu, tá pedindo... (pitadinha de crueldade não faz mal, né?).

Continuando, além de disfarçar seu horror com os quartos (o outro é de vaca. Sim, vaca! Acho que eles aproveitaram o gancho da cow parade...), a Brega ainda teve que fazer elogios às 'boas idéias' que o pessoal da produção teve. Ela soltava pérolas como 'que idéia, que delícia, olha que legal para você fazer na sua casa...', acompanhada pela ex-BBB/atriz global. Bizarro!

O momento em que ela descreve um abajour feito com uma leiteira, então, merece um prêmio! Primeiro que a parada é horrorosa. Então, depois de uma descrição totalmente atabalhoada das duas, Ana Maria diz, com ênfase: 'que linda! De muito bom gosto'. Nesse momento é impossível segurar o riso.

Enfim, vale perder os cinco minutinhos da duração para conferir. Para acessar, é só clicar no título.

Há outros vídeos com o resto da visita, mas, sinceramente, Ana Maria Braga + what's her name visitando casa de Big Brother eu só consegui assistir uma parte, né? Tá bom demais!

Fui!

4.1.08

Será que dá dor de cabeça?? ;)

Queria começar 2008 com um texto super legal e interessante. Mas não deu tempo de pensar em nada bom. E o que eu ouvi hoje, eu TENHO que partilhar com vocês. Estava no carro, com o rádio ligado, quando começa um anúncio:

"Fim de semana Via Show (ou algo assim): a banda Via Show tocando todos os ritmos. Venha se divertir (blá blá blá)! Cerveja, água, drinks e whisky a R$1,00..." Ôpa! Perai, Whisky a UM REAL??? Como assim??? Que diabo de whisky vagabundo eles conseguiram para poder cobrar um real pela dose?? Deve ser perfume velho! Ah, ou então já sabemos qual foi o destino daquele carregamento falsificado de bebidas que denunciaram há algum tempo. Vocês viram isso, né? (Não? http://www.youtube.com/watch?v=c7SDYuImXnE Aqui está!)

Bem, mas voltando ao assunto, tudo bem que o público freqüentador da Via Show não deve ser lá muito exigente (sem preconceitos, mas para se contentar com aquela programaçãozinha miserável que eles oferecem, não dá para ser... fora vários outros aspectos que não tô afim de discutir agora). Aliás, isso inclusive me faz pensar, quem será que pede whisky na Via Show??? Porque, vamos e venhamos, seguindo o raciocínio acima, a galera deve consumir cerveja em massa.

Ficam os questionamentos... Mas esse whisky a R$1,00 foi cômico e valeu para abrir o ano.

Feliz 2008!
Paz, saúde e o que mais desejarem!